Quando morrer é amor

O que pensamos é que morte nunca será amor! Acreditamos que, amor é positivo, no amor não existe negação, perda, troca ou um lago de imensa tristeza. O amor nos faz sorrir, nos faz cantar, e sempre será incapaz de nos fazer sofrer. Então, o que acontece quando acordamos num certo dia, e já não sentimos a mesma coisa pelo objeto do nosso amor que no dia anterior? O que acontece quando nosso amor toma outra forma, deixa seu tamanho anterior para assumir, um espaço diferente, um espaço maior para o qual não haviam planos? Qual química teria agido dentro de nós para nos fazer mudar?

Evidentemente o velho precisa partir para que, o novo assuma o seu lugar. Frutos morrem e são a semente, para que, outras árvores nasçam e, então, passem a ser vistas. Quando lemos a profecia de Isaías 53:10 “Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfrentar; quando der Ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a Sua posteridade e prolongará os Seus dias…” Não conseguimos, entender porque agradaria a Deus moer a Seu único filho, fazendo-o adoecer. Mas, compreendemos que, por causa de Seu grande amor por nós, Ele foi capaz de deixa-lo morrer numa cruz maldita, por causa dos nossos pecados. Em Seu amor infinito, o Deus trino planejou a morte de Jesus, nosso salvador. Por nos amar, o próprio Jesus deixou sua vida ser ceifada. Assim é o amor. Morre todos os dias, como a águia solitária que troca suas penas para tornar seu vôo mais alto e sublime. Este é o destino do Amor. Porque Deus é amor, Ele destruirá toda a mentira e todo desafeto, por causa do seu objetivo. Diante da morte dará a luz à vida: amor ressurrecto.

Eli Moreira

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